Perseguição e favorecimento político mancham o esporte de Triunfo: treinador é afastado após pressão do secretário de Esportes
O clima no esporte de Triunfo, no Sertão paraibano, voltou a esquentar, e desta vez, o motivo é grave. O treinador convidado para comandar a equipe Real Esporte denunciou ter sido vítima de perseguição política promovida pelo prefeito Espedito Filho e pelo secretário de Esportes, Jaison, que estariam usando o esporte local para favorecer aliados e prejudicar quem pensa diferente.
Segundo o treinador, logo após ser convidado para integrar a equipe, ele entrou em contato com o secretário Jaison para confirmar se havia algum problema com sua participação. “Tenho a chamada e posso provar. O secretário me disse claramente que não havia nenhum impedimento”, relatou.
Porém, dias depois, o mesmo secretário procurou os dirigentes do Real Esporte e ordenou a sua retirada da equipe, alegando que o treinador teria discutido com o prefeito durante um evento de inauguração no sítio Câmbito, local de nascimento do gestor.
“Tudo começou por causa de uma mentira. O secretário Jaison não quis me ouvir e simplesmente agiu para me prejudicar, beneficiando a equipe rival, o Ferreirão, que todos sabem ser o time do coração dele”, denunciou o treinador.
As acusações vão além. De acordo com relatos, Jaison seria protegido do vereador Dirceu Batista e do secretário Faguinho, o que explicaria a falta de punição e a liberdade que ele tem para agir politicamente dentro da pasta do esporte.
O treinador ainda destacou que o prefeito Espedito Filho nunca o procurou para ouvir sua versão, aceitando apenas a versão contada por Jaison. “O prefeito escutou só um lado e me condenou sem nem querer saber a verdade. Isso é perseguição clara”, afirmou.
A denúncia vem reforçar o que muitos atletas e desportistas já comentam há tempos: o esporte de Triunfo está sendo controlado por interesses políticos e pessoais, onde quem não segue a cartilha da gestão acaba sendo excluído ou prejudicado.
Enquanto a população pede mais respeito, transparência e imparcialidade, o caso escancara como a política local continua interferindo no esporte, calando vozes e travando o crescimento de quem quer apenas trabalhar e contribuir para o desenvolvimento da cidade.

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