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Mostrando postagens de julho, 2025

Espedito Filho na corda bamba: reprovação de contas pode tirá-lo do cargo

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O prefeito de Triunfo, no Sertão da Paraíba, Espedito Cezário de Freitas Filho, enfrenta um dos momentos mais delicados de sua gestão. O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) reprovou as contas do exercício financeiro de 2022, abrindo caminho para sua possível inelegibilidade por até 8 anos, com base na Lei da Ficha Limpa. De acordo com o relatório do TCE-PB, duas falhas graves motivaram a decisão: • Não cumprimento do mínimo constitucional de 25% em educação; • Falta de comprovação da destinação de 53 pneus adquiridos pela prefeitura, gerando um débito de R$ 96.900 aos cofres públicos. As irregularidades foram consideradas graves e insanáveis, ou seja, não corrigíveis, o que fortalece o risco jurídico para o prefeito. Segundo a legislação eleitoral brasileira, um gestor que tiver contas rejeitadas por irregularidade insanável e ato doloso de improbidade administrativa pode ser declarado inelegível, conforme: Art. 1º, inciso I, alínea “g”, da Lei Complementar nº 64/1...

Crise Anunciada: Prefeitura de Poço de José de Moura ignora tradição e não paga 50% do 13º salário aos servidores em julho

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A gestão da prefeita Laís Raquel mais uma vez demonstra total descompromisso com os servidores públicos municipais. De maneira irresponsável e sem apresentar qualquer justificativa oficial, a Prefeitura de Poço de José de Moura deixou de efetuar, neste mês de julho, o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário, medida que vinha sendo adotada anualmente como forma de garantir o equilíbrio financeiro tanto da administração quanto das famílias dos trabalhadores. Essa quebra de tradição administrativa, que vinha sendo mantida por outras gestões e até mesmo em anos anteriores da atual, levanta um alerta grave: a possibilidade de colapso financeiro no fim do ano. Com o não pagamento agora, a Prefeitura se obriga a arcar com o valor integral do 13º em dezembro, justamente quando também precisa pagar os salários do mês, férias e outras despesas de fim de exercício. A decisão da prefeita Laís Raquel parece revelar, além de desorganização fiscal, um total desinteresse pela realidad...

“Quem manda é o cunhado!” – Irmão da prefeita “abandona” gestão e escancara crise no comando de Poço de José de Moura

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Poço de José de Moura, PB – A política da pequena cidade sertaneja ganhou contornos de novela familiar e política nesta semana. O irmão da prefeita Laís Raquel não só entregou o cargo que ocupava na gestão, como também decidiu deixar a cidade e ir embora para São Paulo, levando junto um recado direto e explosivo: “Minha irmã é prefeita só no papel. Quem manda mesmo é o marido dela, Espedito Filho.” A fala caiu como uma bomba nos bastidores do poder. Segundo o agora ex-integrante da gestão, todas as decisões passam pela mesa do cunhado, que age como um verdadeiro “prefeito de bastidor”, mesmo sem mandato ou cargo oficial. “Fiquei até com pena dela… virou só uma figurante de luxo na própria gestão. O povo votou nela, mas quem está puxando os cordões é o Espedito. Eu cansei desse teatro”, disparou o irmão da prefeita, em tom de desabafo. E a crise não parou por aí. O subsecretário de transportes, também insatisfeito, entregou o cargo no mesmo dia e partiu junto com o ex-colega. Os dois sa...

ABSURDO: A realidade por trás da “gestão que faz história” em Poço de José de Moura

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 Enquanto alguns blogs pagos exaltam a atual administração de Poço de José de Moura com frases como “gestão que faz história”, quem vive o dia a dia da cidade — especialmente os profissionais da saúde — tem uma visão bem diferente dessa suposta grandiosidade. Basta uma visita à Unidade de Saúde ou uma conversa rápida com os servidores da Estratégia de Saúde da Família (ESF) para entender que a realidade é dura, desrespeitosa e, acima de tudo, frustrante. Desde janeiro deste ano, os profissionais da ESF aguardam o repasse do incentivo financeiro enviado pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS), referente ao desempenho do ano passado. O problema é que, mesmo com uma lei municipal aprovada pela Câmara em 19 de fevereiro de 2025, que garante esse pagamento, a prefeita simplesmente não repassou os valores. E o descaso não para por aí: os servidores denunciam que a gestora quase não aparece na cidade e, quando vem, mal passa pela prefeitura. Isso tem dificultado ainda mais qualquer tentativa d...